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segunda-feira, 26 de maio de 2025

Entrevista com Sra Elaine Leoni - Presidente do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo. Parte III

 

Ilustração criada pelo Gemini Google.

Galerinha!!!! 
Segue a última parte da entrevista com Sra Elaine Leoni - Presidente do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo.
Deixe nos comentários o que acharam da entrevista!!!!


Qual a diferença da atuação da enfermagem na rede pública e privada?


A atuação da enfermagem na rede pública e na rede privada apresenta algumas diferenças, embora os princípios fundamentais do cuidado sejam semelhantes. Aqui estão as principais diferenças:


**Diferença na atuação da enfermagem na rede pública e privada**


| **Recursos** |


Na rede pública geralmente o enfermeiro trabalha com recursos limitados, podendo enfrentar dificuldades de infraestrutura, equipamentos e materiais de consumo. Já no setor privado, dispõe de melhores recursos, equipamentos modernos e maior infraestrutura.


| **Volume de pacientes** |


Na rede pública lida com maior fluxo de pacientes, muitas vezes com alta demanda por serviços essenciais de saúde, atendendo populações vulneráveis. O setor privado tem menor volume de pacientes, com foco em pacientes que buscam serviços mais específicos ou de alta complexidade, muitas vezes com maior tempo por atendimento.


| **Tipo de atendimento** |


No setor público o profissional atua em unidades básicas de saúde, hospitais públicos, unidades de saúde da família, campanhas de vacinação, programas de atenção primária e saúde da família. No setor privado atua em hospitais privados, clínicas, consultórios, centros de diagnóstico, com foco mais em procedimentos especializados e atendimento ambulatorial ou hospitalar de alta tecnologia.


| **Condiciones de trabalho** |


No setor público normalmente enfrenta sobrecarga, jornadas longas, menor remuneração e recursos escassos. Geralmente, condições de trabalho mais confortáveis, maior remuneração, melhor infraestrutura e recursos disponíveis, isso em grandes hospitais. Mas atualmente encontramos instituições de médio e pequeno porte que tem fragilizado as condições de trabalho, sobrecarregando os profissionais, não cumprindo o dimensionamento de pessoal de enfermagem e pagando o piso salarial fracionado.


| **Tipo de vínculo** |


Na rede pública, o enfermeiro é concursado por regime estatutário, sendo servidor público ou concursado pelo regime CLT, sendo empregado público. No setor privado é contratado pelo regime CLT e faz jus aos direitos inseridos na Convenção Coletiva de trabalho. Apesar das diferenças, na essência, a enfermagem atua com o mesmo compromisso ético e técnico, seja na rede pública ou privada, sempre buscando oferecer cuidados de qualidade e humanizados.


 Como o enfermeiro separa o emocional do profissional no dia a dia no atendimento ao público?

O enfermeiro trabalha continuamente para equilibrar empatia e objetividade, utilizando estratégias de autocuidado, suporte emocional e limites profissionais para garantir uma assistência humanizada, segura e sustentável. Separar o emocional do profissional no dia a dia de atendimento é um desafio fundamental para os enfermeiros, dada a natureza humanizada da enfermagem, porém difícil de colocar em prática, sendo necessário preparo e educação continuada.


Qual deve ser a postura de um enfermeiro em ocorrências no âmbito de trabalho ?

A postura do enfermeiro em ocorrências no âmbito de trabalho deve ser pautada por ética, responsabilidade, calma e pro atividade


Qual a função do Enfermeiro Chefe?

A função do Enfermeiro Chefe é de grande importância na gestão e coordenação das atividades de enfermagem em uma unidade de saúde ou instituição. O Enfermeiro Chefe atua como líder, gestor e supervisor da equipe de enfermagem, responsável por garantir a organização, a qualidade do cuidado, a segurança do paciente e o bom funcionamento da área de enfermagem.

Aqui estão as principais atribuições desse profissional:

1. Gestão da Equipe de Enfermagem:

- Coordenar e supervisionar a equipe de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, garantindo a organização do trabalho e a distribuição de tarefas.

2. Planejamento e Organização dos Cuidados:

- Elaborar, implementar e monitorar os planos de cuidados de enfermagem, assegurando a qualidade e a segurança no atendimento.

3. Supervisão e Controle de Protocolos e Normas:

- Garantir que as atividades estejam alinhadas às normas técnicas, éticas e às políticas institucionais, promovendo boas práticas de enfermagem.

4. Gestão Administrativa:

- Administrar recursos materiais, equipamentos, medicamentos e registros administrativos relacionados à enfermagem.

5. Treinamento e Capacitação:

- Promover treinamentos, orientações e atualização contínua da equipe de enfermagem.

6. Comunicação:

- Servir como ponte entre a equipe de enfermagem, outros setores da instituição e a direção, garantindo o fluxo de informações.

7. Garantia da Segurança e da Qualidade:

- Implementar ações para redução de riscos, controle de infecções e melhorias contínuas na assistência de enfermagem.

8. Responsabilidade Legal e Ética:

- Assegurar que as atividades estejam em conformidade com a legislação, o Código de Ética e os protocolos técnicos.


Ilustração criada pelo Gemini Google.


Deixe por gentileza uma mensagem de reflexão para as crianças e seus responsáveis para como deve ser nossa postura para com o enfermeiro.


Queridas crianças e responsáveis,

Os enfermeiros são profissionais que cuidam de nós com dedicação, carinho e responsabilidade, em todas as fases da vida. Eles estão sempre prontos para ajudar, proteger nossa saúde e nos fazer sentir seguros.

Por isso, é importante que tenhamos uma postura de respeito, paciência e gratidão para com eles. Quando precisamos de ajuda, devemos falar com educação e ouvir suas orientações.

Lembrem-se: o enfermeiro é um amigo que trabalha para cuidar do nosso bem-estar. Vamos valorizar e reconhecer o trabalho deles, pois assim fortalecemos a esperança, a solidariedade e o amor ao próximo.


Muitíssimo obrigada Sra. Elaine Leoni.

Foi uma honra contar com sua colaboração para o Blog.

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Professora Blogueira Vanessa.

sábado, 24 de maio de 2025

Entrevista com Sra Elaine Leoni - Presidente do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo. Parte II

 

Ilustração criada pelo ChatGPT.com


Oi Galerinha!!!!

Vamos continuar lendo essa maravilhosa matéria com Sra Elaine Leoni - Presidente do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo.


Quais são os serviços do SEESP oferecido ao enfermeiro?

  Destacam-se entre as atribuições do sindicato as negociações anuais, que resultam na criação das Convenções Coletivas de Trabalho (CCT) e/ou Acordo Coletivo de Trabalho é um instrumento de negociação firmado entre o SEESP e uma empresa específica, estabelecendo condições de trabalho exclusivas para os profissionais daquela instituição.

 Essas garantem direitos adicionais além dos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Uma vez acordadas, os empregadores são legalmente obrigados a cumpri-las, abrangendo cláusulas referentes ao piso salarial, reajustes, assistência-creche, horas extras, adicional noturno, e outras disposições sociais.

 Associados do SEESP têm acesso a um serviço jurídico sem custos adicionais, oferecido por nossos advogados especializados. O suporte abrange questões como Direitos Trabalhistas, Assuntos Administrativos e Questões Éticas e Morais.

 Para atendimento previdenciário, incluindo Contagem e Revisão de Aposentadoria, contamos com advogados parceiros do SEESP, especialistas na área.

 Os associados têm acesso a vantagens exclusivas por meio de diversas parcerias, incluindo descontos escolas e/ou faculdades para cursos de graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado, com bolsas de estudo que variam de 50% a 100%. Além disso, essa colaboração oferece benefícios em setores como hotelaria em todo o Brasil, varejo, estética, saúde e outros estabelecimentos diversos.

 E isso não é tudo! Possuímos parcerias que disponibilizam opções vantajosas de planos médicos, odontológicos e seguros que abrangem não apenas nossos sócios, mas também seus entes queridos como dependentes, garantindo tranquilidade e proteção para toda a família.


Porque da semana da enfermagem ?

A Semana da Enfermagem serve para celebrar, reconhecer e fortalecer a importância dos profissionais que cuidam da saúde da população, além de promover debates e ações em prol da valorização da enfermagem na sociedade.


 O que mudou na enfermagem de vinte anos atrás para hoje? Poderia pontuar alguns aspectos?


 Nos últimos vinte anos, a enfermagem evoluiu de uma profissão mais restrita, com menor autonomia e reconhecimento, para uma categoria um pouco mais valorizada, com maior formação, autonomia, tecnologia e participação ativa na gestão da saúde.

 Podemos pontuar alguns aspectos de diferença ocorridos ao longo dos anos:


1. Valorização Profissional

 Antes: A enfermagem tinha menor reconhecimento social e salarial.


 Hoje: Conquistas como o piso salarial, regulamento de categorias e maior reconhecimento social.


2. Formação e Educação

 Antes: A formação era predominantemente técnica e de nível médio.


 Hoje: A formação superior em enfermagem é obrigatória para atuar como enfermeiro, com avanços na educação continuada e especializações.


3. Legislação e Direitos

 Antes: Poucas leis específicas para a categoria, pouca regulamentação.

 Hoje: Legislação mais robusta, como o Código de Ética, o Piso Salarial (Lei 14.434/2022), e leis que garantem os direitos trabalhistas e de saúde do profissional, como por exemplo a Lei 14.602/23 – sala de descanso da Enfermagem.


4. Perfil e Competências

 Antes: Atividades mais restritas e com menor autonomia.


 Hoje: Enfermeiros assumem funções de liderança, gestão, ensino, pesquisa e tomada de decisão clínica, além do cuidado direto ao paciente.


5. Tecnologia e Práticas de Cuidados

 Antes: Uso de equipamentos mais simples, práticas tradicionais.


 Hoje: Incorporação de tecnologia avançada, registros eletrônicos, telemedicina, e práticas baseadas em evidências científicas.


6. Condições de Trabalho e Saúde do Profissional

 Antes: Jornadas mais longas, menos foco na saúde mental e segurança.


 Hoje: Maior atenção às condições de trabalho, programas de saúde do trabalhador, campanhas contra violência e adoecimento.


7. Participação Social e Movimentos

 Antes: Pouca articulação social.


 Hoje: Engajamento de sindicatos, conselhos profissionais, movimentos sociais e entidades de classe na defesa dos direitos e melhorias na enfermagem, incluindo a ocupação de mandatos parlamentares.


8. Reconhecimento Internacional

 Antes: Pouco reconhecimento fora do Brasil.

 Hoje: Reconhecimento da enfermagem brasileira em fóruns internacionais, participação em conferências globais, e intercâmbio de conhecimentos.


 Senhora poderia também falar da Revista Conexão SEESP?

A Revista Conexão SEESP é uma publicação oficial do SEESP (Sindicato dos Enfermeiros no Estado de São Paulo), que tem como objetivo informar, orientar e valorizar profissionais ligados à enfermagem, educação e áreas afins.

Ela traz notícias, artigos, entrevistas, reflexões e informações relevantes sobre o mercado de trabalho, direitos, avanços tecnológicos, inovação e temas sociais que impactam a vida dos profissionais e da sociedade.

A revista também busca promover debates sobre temas importantes, como sustentabilidade, ética profissional, gênero e diversidade, valorização do trabalho e o papel da enfermagem na construção de um futuro melhor.



Aguardem a parte III...

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Professora Blogueira Vanessa.

sexta-feira, 23 de maio de 2025

Entrevista com Sra Elaine Leoni - Presidente do Sindicato dos Enfermeiro do Estado de São Paulo. Parte I


Ilustração criada pelo ChatGPT.com


Sra. Presidente Elaine Aparecida Leoni do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo, muitíssimo obrigada por participar desta entrevista para o Blog Diário da Professora Vanessa.

Estaremos realizando esta entrevista em postagens de três partes, até para você,  galerinha ler com muito carinho!!!


Primeiramente gostaríamos de saber da senhora sua formação acadêmica e quanto tempo na presidência do SEESP?

 Sra Presidente Elaine Aparecida Leoni do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo, muitíssimo obrigada por participar desta entrevista para o Blog Diário da Professora Vanessa.

 Iniciei na enfermagem como atendente em 1984, pela Escola do Hospital das Clínicas – USP. Posteriormente cursei a graduação em Enfermagem pela Universidade de Guarulhos, no ano de 1995. Mestre em Saúde Pública pela Universidade San Lorenzo – Paraguai. Atualmente cursando Medicina Veterinária, Centro Universitário Católico Ítalo Brasileiro.


Qual o maior propósito do SEESP? Como ele foi fundado?

 Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo (SEESP), é a única entidade legalmente reconhecida para representar e defender os interesses econômicos e sociais dos Enfermeiros, que atualmente conta com cerca de 182 mil profissionais no estado de São Paulo.

Inicialmente foi fundada a Associação Profissional de Enfermeiros do Estado de São Paulo (APEESP) que foi fundada em 29 de agosto de 1979 pela Enfermeiras Abenistas que entendiam ser necessário uma entidade que buscasse proteger a categoria e conquistar direitos trabalhistas procurando melhorias das condições de trabalho e de vida dos profissionais.

No entanto, à medida que se tornava clara a necessidade de uma organização política mais robusta para avançar na defesa dos direitos essenciais à subsistência dos profissionais, em 26 de novembro de 1985, o então Ministro do Trabalho, Almir Pazzinoto, concedeu a Carta Sindical à APEESP, marcando a transformação da denominação da entidade no que hoje conhecemos como o Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo (SEESP), se tornando legítimo representante dos Enfermeiros, podendo a partir dai suscitar dissídios coletivos e negociações coletivas com os Sindicatos Patronais e gestores públicos.



Desejamos saber qual é o juramento do Enfermeiro?



Ilustração criada pelo ChatGPT.com


 O juramento do Enfermeiro, conhecido como Juramento de Ética e Compromisso Profissional, é uma declaração de compromisso com os princípios éticos, a dignidade e a responsabilidade na prática da enfermagem.

O Juramento de Enfermagem oficial, adotado pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), foi atualizado e consta na Resolução COFEN nº 564/2018, e é feito na cerimônia de formatura. Este juramento reforça o compromisso ético, técnico e humanitário do profissional de enfermagem.

Juramento de Enfermagem

"Ao comemorar minha formatura, prometo dedicar-me com zelo, honra e ética à formação do meu caráter profissional, com responsabilidade e dignidade na prestação de cuidados de enfermagem.

Prometo respeitar a vida, a saúde, a dignidade, os direitos humanos e as diferenças culturais de cada pessoa sob meus cuidados.

Comprometo-me a atuar com honestidade, prudência e humanismo, buscando sempre o aprimoramento técnico e científico.

Assumo o compromisso de defender a vida, promover a saúde, prevenir doenças, tratar e reabilitar, sempre com respeito e empatia.

Prometo manter-me fiel aos princípios éticos e às normas do Sistema Único de Saúde, contribuindo para o desenvolvimento da enfermagem e da sociedade.”


 Qual a diferença de auxiliar de enfermagem e enfermeiro?

 A principal diferença entre auxiliar de enfermagem e enfermeiro está na formação, nas atribuições e na autonomia profissional.


1. Formação:

 Enfermeiro: Possui graduação em Enfermagem, que dura cerca de 4 anos, com formação técnica e teórica ampla, incluindo disciplinas de gestão, supervisão, pesquisa e cuidados avançados.

 Auxiliar de Enfermagem: Tem formação técnica de nível médio, com duração menor (geralmente cerca de 1 a 2 anos), focada em cuidados básicos e apoio às atividades do enfermeiro.


2. Atribuições e responsabilidades:

 Enfermeiro: Atua na elaboração de planos de cuidados, supervisão de equipes, administração de medicamentos, realização de procedimentos complexos, avaliação de pacientes, coordenação de equipes, entre outras funções de maior complexidade e autonomia.

 Auxiliar de Enfermagem: Executa atividades de apoio, como evitar sinais problemáticos, ajudar na higiene e alimentação do paciente, administrar medicamentos de rotina sob supervisão, auxiliar em procedimentos simples, sempre sob supervisão do enfermeiro.


3. Autonomia:

 Enfermeiro: Tem maior autonomia para tomar decisões clínicas, planejar e coordenar os cuidados de enfermagem.

 Auxiliar de Enfermagem: Atua sob supervisão direta ou indireta do enfermeiro, realizando atividades de apoio.


4. Poder de decisão:

 Enfermeiro: Pode exercer funções de liderança, coordenação e decisão clínica.

 Auxiliar de Enfermagem: Executa tarefas de suporte, sem autonomia para decisões clínicas independentes.


Quanto a representação sindical os Enfermeiros possuem organização própria, como categoria diferenciada e se organização nos Sindicatos de Enfermeiros nos diversos estados. Já o Auxiliar de Enfermagem e o Técnico são representados por Sindicatos Gerais e alguns poucos Sindicatos de Técnicos e Auxiliares existentes no Brasil.



Ilustração Criada pelo ChatGPT.com


Galerinha!!!

Aguardem a segunda e terceira parte!!!

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Professora Blogueira Vanessa.




quinta-feira, 22 de maio de 2025

Entrevista com o Presidente Sr. Adelmo Ribeiro do Sindicato dos Músicos Profissionais no Estado de São Paulo – Sindmussp.

 


Ilustração criada pelo ChatGPT.com

Oi Galerinha!

 Vocês gostam de música?

Temos a honra de adentrar ao mundo da música com a entrevista com Sr. Adelmo Ribeiro, Presidente do Sindicato dos Músicos Profissionais no Estado de São Paulo.

Apreciem essa entrevista...

Grata pelo Sr. Adelmo ter concedido essa entrevista!


Como surgiu o sindicato? Com o maior propósito da instituição. (apresentar um pouco da história do sindicato).

R: O Sindicato dos Músicos Profissionais no Estado de São Paulo – Sindmussp, teve a sua história iniciada em 1o. de março de 1913, através do CENTRO MUSICAL DE SÃO PAULO. A entidade criada por iniciativa do maestro Savino De Benedictis, manteve-se atuante durante quase cinqüenta anos. E atuando com sucesso, mesmo diante dos percalços que o país e o mundo enfrentaram nesse período. Mais que isso: frente a todas as mudanças que se deram no país, em relação aos trabalhadores, pôde continuar, através do Sindicato dos Músicos Profissionais do Estado de São Paulo. Mesmo não tendo o mesmo perfil das associações de classe da época, contribui muito para a organização dos trabalhadores músicos, inclusive fazendo uma greve em 1° de Abril de 1913.

No início nos anos 1930, os músicos criam aquele que seria o embrião do Sindmussp, o Sindicato Musical de São Paulo, que entre os seus fundadores encontrava-se Constantino Milano Netto, que seria cassado pela ditadura militar. Mas, foi somente em 27/11/1941 que o Sindmussp teve o seu reconhecimento como entidade sindical pelo Ministério do Trabalho, sendo assim o legitimo representante de todos os músicos profissionais do Estado de São Paulo.


 Perguntas Gerais sobre Música Infantil

1. Como o Sindmussp enxerga a importância da música no desenvolvimento infantil?

R: O sindicato enxerga como essencial para o desenvolvimento, a criança que atua com música Ex; bandas e fanfarras aprende também a ordem unida, o que vem a melhorar o seu comportamento com o próximo etc...trabalha o cérebro porque música e matemática andam juntas, e a coordenação motora.


2. Existe incentivo ou apoio do sindicato para músicos que se dedicam à produção musical voltada ao público infantil?

R: Devido as exigências para com menores, o sindicato não tem estrutura para atender grande público, mas em nossa oficina de música ensinamos música para todos.



3. Quais são os principais desafios enfrentados por músicos que trabalham com música infantil em São Paulo?

R: Acreditamos que a principal deve ser a falta de valorização no mercado. Não se entende que a música é uma atividade prioritária.


Ilustração criada pelo ChatGPT.com


Formação e Profissionalização

1. O sindicato oferece algum tipo de formação ou capacitação específica para músicos que desejam atuar com o público infantil?

R: Em nossa oficina de música do sindicato os cursos são para profissionalização e aberta a todos os públicos, com professores de carreira destacada e alto nível técnico.


2. Há espaços de troca entre músicos infantis promovidos pelo Sindmussp?

R: Não diretamente, mas são promovidos encontros para todas as faixas etárias.


Valorização e Mercado

1. Como está o mercado de música infantil atualmente no estado de São Paulo?


R: Não temos muitos sócios/filiados que nos impede de ter um panorama.


2. Músicos que atuam com crianças recebem valorização proporcional à importância desse trabalho?

R: Alguns projetos valorizam estes profissionais, porém o mercado é de contratação informal.


3. Há políticas públicas voltadas à contratação de músicos infantis em escolas, eventos culturais ou programas sociais?

R: Em SP o maior deles é o Guri mais o Sindicato tem buscado fazer que eventos e programas sócias aumentem junto aos nossos representantes.


Cultura e Diversidade


1. Como a música infantil pode contribuir para a preservação da cultura popular brasileira?

R: Com certeza música contribui com a cultura e educação, e quando se começando isso precocemente fica garantida essa preservação.


2. O Sindmussp apoia ou promove projetos que envolvam música infantil e diversidade cultural?

R: no momento não, porém já tivemos vários projetos iniciados no passado em algumas escolas públicas na zona leste de SP.


Parcerias e Projetos


1. O Sindmussp realiza ou apoia projetos voltados especificamente para o público infantil?

R: no momento não, porém já tivemos vários projetos iniciados em algumas escolas publicas na zona leste de SP.


2. Existem parcerias com escolas, ONGs ou instituições públicas para levar música ao cotidiano das crianças?

R: no momento não, porém já tivemos vários projetos iniciados em algumas escolas públicas na zona leste de SP.


Pandemia e Transformações Digitais


1. Como a pandemia afetou o trabalho dos músicos infantis?

R: A pandemia foi uma terrível fase na humanidade, e afetou a todos. Porém como já é de conhecimento que a música foi salvadora de quem ficou recluso.


2. Houve um aumento na produção de conteúdo digital voltado para crianças, e como o sindicato lidou com isso?

R: Certamente, quem ficou recluso consumiu muita música nesta fase, a compra de instrumentos musicais e o consumo de streamings aumentaram a produção, houve casos de até 90%.


Proteção e Legislação


1. Existe alguma legislação específica que ampare os músicos que trabalham com o público infantil?

R: Específica não, as atribuições são as mesmas para todo o profissional da música.


2. Como o sindicato atua na defesa dos direitos desses profissionais?

R: O sindicato não faz distinção de atribuição conforme a lei no. 3857/60, tratamos o músico como profissional e a defesa e a preservação dos direitos funcionam para todos.


Por fim, a música para o Sindicato contribui em que aspecto no processo de ensino e aprendizado da criança?


R: Com toda certeza contribui, conforme na pergunta número 01 deste questionário, o sindicato enxerga como essencial para o desenvolvimento, a criança que atua com música (Ex; bandas e fanfarras) aprende além de tocar instrumentos a fazer ordem unida, o que vem a melhorar o seu comportamento com o próximo etc.. trabalha o cérebro pq música e matemática andam juntas, auxilia na coordenação motora etc.


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Muitíssimo obrigada Sr. Adelmo por nos presentear com essa magnífica entrevista.


Ilustração criada pelo Gemini Google.


Professora Blogueira Vanessa.

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